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O Lixo na Saúde Ocupacional…

INTRODUÇÃO

A recolha de lixo no nosso país envolve basicamente três tipos de postos: o motorista que conduz o camião, o cantoneiro que faz a recolha para esse veículo e o cantoneiro que recolhe para um carro manual e/ou que usa máquinas portáteis para obter algum efeito específico na limpeza das ruas e/ou arvoredo. Estes três postos estão sujeitos a inúmeros riscos laborais, por vezes, pouco divulgados e/ou perceptíveis pelos próprios.

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CONTEÚDO

  • Funções geralmente atribuídas aos Cantoneiros

Estimam-se que existam cerca de 6000 cantoneiros em Portugal, distribuídos por empresas municipais e privadas. Estes profissionais dedicam-se à lavagem e/ou varredura das ruas (manual e/ou mecânica), limpeza de sarjetas, eliminação de ervas, limpeza e despejo das papeleiras, recolha de “monstros” (objetos de grande dimensão, por marcação prévia), recolha de resíduos da construção e demolição, recolha de resíduos sólidos verdes urbanos, manutenção do equipamento, circuitos regulares de remoção dos resíduos urbanos, limpeza de dejetos caninos, remoção de grafitis, aplicação de herbicidas/ desmatação e desinfestação/ desratização.

  • Ritmo de trabalho

O cantoneiro que faz a recolha de lixo urbano tem como função depositar tal no camião compactador. Quando este encher, a equipa tem de se deslocar ao local onde o veículo pode ser descarregado; contudo, quanto maior o número de vezes que tal for feito, mais prolongado fica o turno. Cabe geralmente ao motorista coordenar os cantoneiros e decidir quantas vezes e quando deve descarregar o camião, bem como o próprio ritmo de trabalho dos cantoneiros, através da velocidade que este dá ao camião durante a recolha; o que, obviamente, facilmente origina conflitos. Contudo, quanto mais se encher o camião, mais danos mecânicos poderão estar a ser infligidos ao veículo. Por vezes, o ritmo imposto pelo motorista pode implicar que o cantoneiro tenha de correr enquanto agarra e lança o lixo, o que pode simultaneamente agradar ou desagradar ao cantoneiro. Dado o ritmo acelerado imposto, a pausa total para as refeições pode não existir e, por vezes, os indivíduos vão comendo refeições rápidas, alternadamente, sentados na cabine do camião, ao lado do motorista.

  • Cargas, esforço físico e lesões musculo-esqueléticas (LMEs)

O aumento da produção de lixo, sobretudo nos grandes centros urbanos, implicou um aumento na carga física de trabalho destes profissionais, quer a nível de quilogramas que mobilizam em cada movimento, quer pela maior repetição do mesmo, levando ao surgimento de LMEs.

As tarefas laborais ficam geralmente mais dificultadas com o aumento da densidade populacional, menor nível socio/ economico/ cultural (pior condicionamento do lixo da parte do produtor do mesmo) e em zonas mais habitacionais versus comerciais. Nas cidades onde a recolha diminui ao fim-de-semana, na segunda e/ou terça-feira o serviço é ainda mais complicado. Em sítios onde o turismo é relevante, há maior produção de lixo na época alta. Para além disso, por vezes, os moradores amarram os contentores onde depositam o lixo (para não roubarem o recipiente) e/ou usam estruturas de acesso dificultado (por causa de alguns animais ou de vandalismo).

A tarefa de esvaziar os contentores de lixo no camião (sobretudo se não houver um processo mecanizado), constitui um grande esforço para o cantoneiro, sendo também frequentes os acidentes. O camião pode permitir que o contentor onde se recolhe o lixo encaixe num mecanismo que torne o processo semi-mecanizado ou esse esvaziamento pode ser totalmente manual. Alguns cantoneiros improvisam técnicas para diminuir o esforço físico mas estas não são isentas de riscos.

Cargas elevadas e frequentes aumentam a pressão intradiscal e a fadiga muscular; pausas aliviariam a situação mas não são fáceis de criar neste tipo de trabalho; para além disso, a flexão e rotação frequentes do tronco aumentam ainda mais a pressão intradiscal. As vibrações do veículo e as oscilações provenientes de pisos em mau estado pioram ainda mais os aspetos atrás abordados.

Uma tese de Mestrado nacional quantificou que 82% dos cantoneiros apresentava queixas músculo-esqueléticas nos últimos doze meses, sobretudo na região lombar (53%), cervical e dorsal (35%), joelhos (33%) e ombros (28%).

  • Lesões por corte

Estas lesões são bastante frequentes nos cantoneiros, dada a frequência com que objetos cortantes (ou até simples espinhos de plantas) são incluídos no lixo; a rapidez com que as tarefas são executadas, aumenta o risco. Além disso, tal pode permitir a entrada de microrganismos e causar infeções eventualmente graves.

  • Agentes biológicos

Os cantoneiros podem contatar com bactérias, fungos, parasitas e/ou vírus; com entrada facilitada em situações de corte cutâneo, ainda que também possa ocorrer contato por inalação, proximidade das mucosas ou até por interação com animais infetados (ratos, baratas, moscas, mosquitos); também não são raras as mordeduras de cães.

 

  • Stress

Este facilmente surge devido à velocidade que é imposta para a execução da tarefa, bem como pela rapidez que algumas decisões têm de ser tomadas em termos de escolher a tarefa seguinte e o melhor timing para a executar. A interação com colegas e/ou chefias também pode contribuir para tal.

  • Cronobiologia e cronodisrrupção

O trabalho por turnos noturnos (e sobretudo rotativos) pode levar a cronodisrrupção.

O desempenho do trabalhador é menor na fase em que tem a sua temperatura corporal no valor mais inferior, ou seja, entre as quatro e as seis horas da manhã, sensivelmente. Na primeira noite de trabalho geralmente não se verifica diminuição intensa do desempenho mas, nas noites seguintes, este diminui consideravelmente; nomeadamente a nível de atraso de raciocínio, tempos de reação maiores, mais erros e pior memória. O maior risco de acidentes laborais em todos os estudos consultados situa-se durante a noite e/ ou madrugada. O risco é decrescente do turno da noite para o da tarde e manhã. Na segunda noite o risco é 6% mais elevado e na terceira e quarta noites 17 e 36%, respetivamente. O risco é superior nos turnos de doze versus oito horas. A existência de sestas durante os turnos alivia a fadiga e a sonolência; contudo, não são de fácil aplicabilidade na atividade de cantoneiro.

Alguns autores (ainda que de forma não consensual) defendem que a existência de turnos noturnos fixos em vez de rotativos, poderá minimizar o impacto na saúde e bem-estar. Verificou-se, por exemplo, que o tempo de sono diurno era superior nos primeiros; contudo, a adaptação total é muito rara (porventura na ordem dos 3%). Alguns investigadores defendem que a prática de exercício físico ajuda a uma melhor adaptação ao trabalho por turnos. O turno noturno deverá ter menos horas que o diurno e a rotação deverá ser definida com antecedência para que o funcionário possa se organizar.

Um sono adequado associa-se a melhor qualidade de vida, memória e humor, bem como sistema imune mais fortalecido, melhor nível de alerta e de reatividade. 70% dos trabalhadores por turnos têm maior prevalência de queixas associadas ao sono e é esse geralmente o motivo que mais frequentemente os faz trocar de profissão. Referem sobretudo dificuldades em adormecer e manter o sono, devido aos frequentes despertares (fragmentação do sono) e encurtamento do mesmo, bem como maior cansaço e maior frequência de roncopatia.

Durante a noite a secreção de cortisol e adrenalina é baixa, acontecendo o oposto durante o dia; assim, os trabalhadores noturnos que tentam dormir durante o dia, o sono será mais curto e menos reparador. Profissionalmente, durante a noite, terão pior desempenho.

A Agência Internacional de Pesquisa para o Cancro (IARC) classificou o trabalho por turnos noturnos como “provavelmente carcinogénico”, desde 2007, em função do desequilíbrio circadiano.

  • Outros riscos mencionados na bibliografia consultada

A este nível são mencionados o ruído (proveniente do camião de recolha e restante trânsito automóvel), vibrações (do camião), desconforto térmico (calor, frio, humidade), agentes químicos (derivados da circulação automóvel, áreas de trabalho ou no lixo) e atropelamento/ esmagamento (por queda do contentor, por exemplo).

  • Ruído

A generalidade dos países considera como “aceitável” a exposição até os 85 dBA, uma vez que, para valores superiores, os danos são ainda mais significativos. Acredita-se que o ruído induz a produção de radicais livres que, entre outras consequências, diminuem a circulação sanguínea coclear. Quando a exposição laboral é contínua, a hipoacusia (diminuição da audição) é geralmente mais grave, uma vez que fica diminuído o tempo de recuperação disponível. Esta representa uma parte substancial das doenças profissionais na generalidade dos países, pelo que implica um custo avultado, quer económico, quer social (devido ao isolamento, depressão, maior risco de acidentes e menor qualidade de vida).

Nos últimos anos têm sido publicadas investigações que sugerem a possibilidade do ruído também se associar a várias alterações cardiovasculares (hipertensão arterial, taquicardia- aumento da frequência cardíaca e isquemia do miocárdio- enfarte e angina de peito), alterações do sono, respiratórias (crises de asma), obstétricas (aborto espontâneo) e imunológicas; bem como consequências a nível de algumas variáveis psicológicas/ cognitivas (ansiedade, irritabilidade, depressão, desorientação, alteração na capacidade concentração e de aprendizagem). A explicação fisiopatológica reside no facto de o ruído atuar como stressor no sistema nervoso autónomo e, consequentemente, no sistema endócrino; o que leva a uma maior libertação das hormonas de stress.

  • Vibrações

A vibração pode ser definida como movimento oscilatório, que implica uma alteração da velocidade e direção do deslocamento (movimento de “vai e vem”). Vibrações com frequências baixas podem causar náusea, vómito e diaforese (sudorese aumentada); se mais intensas podem surgir cefaleia, astenia, cervicalgia (dor na coluna cervical), lombalgia (dor na coluna lombar), dorsalgia (dor na coluna dorsal), alterações génito-urinárias, bem como diminuição das acuidades auditiva e visual. Para além disso, podem ter também implicações aos níveis cardiovascular, cardiopulmonar, metabólico, endócrino e do sistema nervoso central.

  • Desconforto térmico
    • Temperaturas muito elevadas
      A nível da Saúde Ocupacional, o stress térmico é avaliado através de WBGT (wet bulb globe temperature), conceito este que já considera a temperatura basal do ar, humidade, velocidade do vento e a radiação do calor, de modo a conhecermos a temperatura percecionada pelo trabalhador. Na maioria das zonas do planeta, a WBGT está a aumentar.

      Algumas investigações concluíram que a formação dos trabalhadores e a hidratação mais cuidada aumentam a produtividade. Contudo, beber apenas quando surgir a sede não é suficiente nestas circunstâncias uma vez que esta é sentida apenas quando se perdem um a dois litros de água; aliás, se o funcionário estiver muito motivado/ concentrado nas suas tarefas, acredita-se que a sede só seja claramente percecionada quando tiver perdido três a quatro litros. Uma hidratação mais completa e eficaz implica a ingestão de água não só durante o turno de trabalho, mas também fora dele. Contudo, trabalhadores com um nível socio/ cultural mais baixo é por vezes difícil incentivar a hidratação com as bebidas adequadas, uma vez que não se apercebem dos riscos e podem mesmo argumentar que, até o momento, nada de grave lhes aconteceu devido à suposta desidratação.

      Quanto à roupa, deve ser dada preferência ao algodão ou outras fibras naturais, devido à sudorese, evaporação e consequente temperatura cutânea. A roupa deve ainda ser larga e de material que diminua a absorção de calor.

    • Temperaturas muito friasCom a exposição ao frio, o equilíbrio térmico ocorre por diminuição das perdas de calor (vasoconstrição periférica) e aumento da produção de calor por tremor e/ou atividade física. Por sua vez, em casos de exposição prolongada, poderá ocorrer paradoxalmente vasodilatação periférica, no sentido de tentar preservar a função das extremidades.

      Aos primeiros segundos de exposição ao frio surgem alterações inspiratórias/ hiperventilação, taquicardia, vasoconstrição, hipertensão arterial e mal-estar geral; após alguns minutos podem ser encontradas deterioração do rendimento muscular e dor. Por sua vez, após algumas horas a capacidade física diminui ainda mais e poderá surgir desorientação. Respirar em ambientes frios origina broncoespasmo (sensação de dificuldade respiratória devido a estreitamento das vias respiratórias) e broncorreia (aumento da produção de secreções brônquicas), não só em trabalhadores sem patologia respiratória, mas sobretudo em asmáticos.

      O frio leva à diminuição da transmissão nervosa e consequente decréscimo das forças isométrica (2% por cada grau de temperatura) e dinâmica (4%, respetivamente). A capacidade aeróbica geral diminui 6% por cada grau de temperatura, o que implica que os trabalhadores precisem de mais tempo para a mesma tarefa e de pausas mais frequentes e prolongadas.

      A exposição a longo prazo ao frio poderá alterar a atividade do sistema nervoso autónomo, contribuindo para uma maior probabilidade de surgir hipertensão arterial e diminuição da contratilidade cardíaca; há ainda um maior risco de enfarte agudo do miocárdio, crises anginosas e acidente vascular cerebral.

      Existem várias patologias que interferem com o controlo térmico, como o hipotiroidismo, diabetes e a doença cardiocirculatória. Em situação equivalente encontram-se os consumos de álcool (que diminui a capacidade de gerar tremor e aumenta a perda de calor).

      A eficácia na manutenção do equilíbrio térmico geralmente diminui com a idade, condição essa que poderia condicionar uma diferente organização do trabalho.

      Mesmo pequenas variações da zona térmica confortável alteram a sensação de bem- estar do trabalhador, diminuindo a sua reatividade, concentração e desempenho; algumas dessas alterações podem permanecer mesmo após a interrupção do stress térmico- o que afetará a empresa, uma vez que poderá haver diminuição da produtividade e/ou aumento do risco de acidentes de trabalho (por exemplo, não só devido à diminuição da sensibilidade nos dedos, tremor excessivo mas também pelo desconforto originado por alguns equipamentos de proteção individual- EPI).

      Existem vários EPIs a recomendar, consoante as particularidades da tarefa. O excesso de roupa aumenta a sudorese, humedecendo as peças mais próximas do corpo. Assim, os equipamentos devem permitir regular a sudorese, sobretudo quando as tarefas implicam uma atividade física intensa; pois quando as peças mais próximas da pele ficam húmidas o seu valor protetor fica muito diminuído. Recomenda-se então que as peças sejam usadas em várias camadas, não só para uma maior eficácia, como maior facilidade de ajuste às necessidades. O tamanho dos equipamentos exteriores deve ser maior que os interiores, de modo a não existir constrição. A camada mais externa, preferencialmente, deverá ser impermeável, para diminuir o efeito da humidade. O trabalhador deverá usar luvas (apesar de estas diminuírem a mobilidade e sensibilidade), sempre que a temperatura for inferior a 4 ou -7º C (para trabalho suave e moderado, respetivamente). Desejavelmente os equipamentos deverão ter comandos cuja manipulação seja segura com luvas. Tendo em conta que 50% do calor corporal é perdido pela cabeça, é muito importante usar um gorro ou equivalente; algumas destas peças também dão proteção para as orelhas. O calçado deve ser constituído por materiais adequados (porosos mas impermeáveis); deve ser ainda flexível, não derrapante, do tamanho certo ao pé e às meias e deve ajustar-se facilmente às calças. As meias poderão ser grossas ou então usar-se dois pares mais finos, sendo o externo maior que o interno; o material deve permitir manter o pé seco e quente. O trabalhador deverá ter sempre um par extra, caso necessite trocar, se ficarem húmidas. Além disso, este também deverá conciliar a espessura da meia com a dimensão do calçado, para que o pé não fique muito apertado (e com comprometimento da circulação sanguínea), nem a ponto de se originarem bolhas pelo contato solto com o calçado). Para temperaturas muito baixas também deve ser usada proteção da face, que deverá ser distinta do equipamento ocular (para melhor eficácia e para não embaciar); este último, por vezes, deverá ter ainda proteção ultravioleta.

  • Riscos não mencionados na bibliografia consultada

    O principal risco não mencionado na bibliografia consultada relacionam-se com a exposição a radiação solar, nomeadamente, ultravioletas.

  • EPIs

    Uma das teses de Mestrado consultadas e realizada em contexto nacional, mencionada que os cantoneiros tinham à sua disposição (como EPIs) luvas, calçado com biqueira de aço, coletes de alta visibilidade, blusões, calças, parkas, impermeáveis, polos, gorros, bonés, óculos, máscara e capacetes.

  • Sinistralidade

    Essa mesma tese de Mestrado, apresentou valores de sinistralidade, consoante os diversos subtipos de cantoneiros e verificaram que ocorriam mais acidentes nos que efetuavam a recolha (22,2%), seguidos dos motoristas (14,1%) e dos cantoneiros de limpeza urbana (5,6%). Em função das tarefas específicas envolvidas, 22% dos acidentes relacionavam-se com quedas a níveis diferentes, 16% associavam-se a mobilização de cargas e 8% (cada) a quedas ao mesmo nível, entalamentos e choque contra objetos.

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CONCLUSÕES

Os principais fatores de risco/ riscos ocupacionais dos cantoneiros relacionam-se com o ritmo acelerado de trabalho, turnos eventualmente prolongados/ rotativos e/ou noturnos, cargas/ lesões músculo-esqueléticas, corte, agentes biológicos, stress, ruído, vibrações, desconforto térmico (calor, frio e humidade), radiação ultravioleta, agentes químicos e o risco de atropelamento/ esmagamento. Em relação aos motoristas deste setor, os principais fatores de risco/ riscos são postura sentada mantida, ruído, vibrações, turnos prolongados e stress.

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BIBLIOGRAFIA

Santos M, Almeida A. Cantoneiros: principais riscos e fatores de risco, doenças profissionais e medidas de proteção recomendadas. Revista Portuguesa de Saúde Ocupacional. 2016, volume 1, 1-9.

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Mónica Santos

Mónica Santos

Licenciada em Medicina; Especialista em Medicina do Trabalho; Especialista em Medicina Geral e Familiar e Mestre em Ciências do Desporto.
Diretora Clínica da empresa Quércia (Viana do Castelo).
A exercer Medicina do Trabalho também nas empresas Cliwork (Maia), Clinae (Braga), Medicisforma (Porto), Sim Saúde (Porto), Servinecra (Porto) e Radelfe (Paços de Ferreira).
Mónica Santos

Mónica Santos

Licenciada em Medicina; Especialista em Medicina do Trabalho; Especialista em Medicina Geral e Familiar e Mestre em Ciências do Desporto. Diretora Clínica da empresa Quércia (Viana do Castelo). A exercer Medicina do Trabalho também nas empresas Cliwork (Maia), Clinae (Braga), Medicisforma (Porto), Sim Saúde (Porto), Servinecra (Porto) e Radelfe (Paços de Ferreira).

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