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4 Riscos psicossociais nas organizações

Abordar hoje a questão dos riscos psicossociais é mergulhar no clima organizacional das empresas e instituições, sejam elas de cariz privado, quer do foro da Administração Pública, numa dimensão interdisciplinar da gestão de recursos humanos, procurando identificar situações passíveis de diagnosticar entropias no que respeita à existência (não limitativa) de 4 patamares inter-relacionados e interdependentes da gestão e da segurança e saúde no trabalho.

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Empresas, também produtoras de stress relacionado com o trabalho para além da sua área de negócio?

A palavra Stress está ligada a “stringere”, cujo significado é “esticar” ou “deformar”. De facto, frequentemente as designações “tensão”, “pressão” e “carga” (ou “sobrecarga”) são utilizadas como sinónimos de stress. E é, quase sempre, o stress (relacionado com o trabalho) que nós associamos ao ambiente psicossocial no trabalho.

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Riscos psicossociais nas profissões de serviços

O stresse ocupacional (psicossocial), o sofrimento psicossocial, a violência no trabalho, o assédio moral, o assédio sexual, a síndrome de burnout, a síndrome de boreout, a adição ao trabalho, as adições psicossociais (tabagismo, alcoolismo, drogas), os riscos do trabalho emocional, os riscos de articulação família-trabalho, são alguns dos riscos psicossociais emergentes das novas formas de organização e do novo conteúdo do trabalho.

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Mais trabalhadores com sintomas de burnout

Sentir pouca realização pessoal no que se faz e um “cansaço extremo”. Experimentar um “aumento do cinismo” na relação com os colegas, uma espécie de desligamento “afectivo-emocional em relação às tarefas e ao trabalho”. Acumular stress há muito tempo. Tudo isto caracteriza o burnout— expressão usada pelos especialistas para falar de “esgotamento”. E o número de trabalhadores que apresentam sintomas de “esgotamento”, tal como ele aqui é definido, subiu em 2014/2015 para 17,3%, segundo um estudo.

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