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Tecnologia Startups portuguesas, com certeza

Além dos grandes nomes e das importantes conferências focadas no futuro da tecnologia, a maior feira tecnológica do mundo foi também a montra ideal para pequenos empresários portugueses mostrarem os seus projetos e convencerem investidores de todo o mundo.

Por Jornal Sol, Carolina Brás; 10 de Novembro 2018.

Se, por um lado, o Parque das Nações nunca acolheu tantos estrangeiros, por outro foram muitas as startups portuguesas que aproveitaram a maior feira tecnológica do mundo para apresentar os seus projetos. As ‘ruas’ da pequena cidade inovadora instalada dentro da FIL foram durante quatro dias a montra perfeita para pequenas e grandes empresas conseguirem ganhar a atenção de investidores nacionais e estrangeiros. (…)

Já na inCloud Safemed o foco são as empresas. A startup pertence à ABACO Consultores e o propósito passa por prevenir acidentes laborais.

Através de pequenos sensores no ambiente laboral é possível ler os níveis de gases, ruído e luminância de uma sala e, através de um dispositivo móvel, interagir com os funcionários. «Este projeto permite acrescentar os dados do trabalhador em tempo real», explica José Lourenço, developer na ABACO.

O projeto está dividido em três componentes, os sensores IOT  que identificam o estado da divisão, os wearables (como smartwatch) onde o trabalhador recebe as notificações e pode acompanhar os níveis detetados pelos sensores, e os beacons, aparelhos de localização que permitem identificar os funcionários que entram na divisão e relacionar os dados.

«Uma empresa que trabalha com químicos quer saber se os trabalhadores estão expostos a elementos tóxicos», começa por explicar José Lourenço ao B,i, e «quem controla o sistema pode monitorizar, por exemplo, o batimento cardíaco de um trabalhado e notificar os trabalhadores à volta para que vão ver o que se passa.».

O projeto tem ainda a vantagem de agregar informações para a medicina do trabalho e evitar gastos extra às empresas.

No entanto, o developer da ABACO, confessou que «as empresas portuguesas ainda não estão muito viradas para a prevenção».

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