As múltiplas características e a utilização cada vez mais simples e prática do Dióxido de Enxofre, fizeram dele um aditivo quase obrigatório na elaboração e/ou conservação do vinho. Contudo, a evolução da enologia permitiu racionalizar o seu uso, de tal forma que as doses de emprego correspondem hoje a cerca de 25% das que se utilizavam há 100 anos.