Este ano, as pensões por incapacidade permanente e por morte vão ficar congeladas. A informação consta do diploma publicado hoje em Diário da República e terá efeitos a 1 de janeiro de 2016.
O propósito da proposta do Governo seria evitar que as pensões fossem sujeitas a cortes, contudo o diploma também não prevê nenhum aumento. Assim, as pensões ficarão congeladas, tal como a CGTP tinha avançado no passado março.
A atualização das pensões por acidentes de trabalho correlaciona-se com uma fórmula baseada no crescimento do PIB e na variação média dos últimos 12 meses da inflação, sem habitação, disponível a 30 de novembro do ano anterior. Sendo este valor negativo, caso se realizassem atualizações este ano, as pensões sofreriam um corte.
O diploma implica a suspensão destas regras no ano de 2015, sendo que não é a primeira vez que isto acontece: no decorrer do Governo de José Socrátes, em 2010, já se tinha avançado com esta medida. Contudo, na altura definiu-se um “regime transitório de atualização” que permitiu aumentos de 1,25% nestas pensões.
Além do mais, o impacto da inflação não se restringe apenas às pensões por acidentes de trabalho, afetando a maioria das pensões pagas pela Segurança Social e pela Caixa Geral de Aposentações. Nestas situações o regime de atualização já está suspenso há vários anos, com exceção das pensões mínimas que este ano subiram 1%.
Fonte (Segurança Online):
- inCloud for Safemed presente na PROTEGER 2018 – 6.ª Conferência de Segurança - 12 Novembro, 2018
- Seleção, utilização e manutenção dos EPI - 17 Abril, 2018
- Ábaco Consultores promove inCloud for Safemed para o mercado Ibérico - 3 Abril, 2018