O consumo de substâncias psicoativas durante o horário de trabalho ou até fora dele, aumenta muito a frequência e gravidade dos acidentes de trabalho, tendo os funcionários pior estado de saúde geral, menor produtividade e, por isso, existirão maiores custos para as empresas. Não é difícil encontrar bibliografia sobre o tema mas, geralmente, cada artigo foca um ou outro aspeto, deixando por esclarecer por vezes questões teóricas ou práticas fundamentais para o exercício dentro de uma equipa de Saúde Ocupacional.
#riscosprofissionais
Tuberculose nos profissionais de Saúde – Desde a prevenção ao tratamento
A Tuberculose tem acompanhado o Homem ao longo da sua História, atravessando todas as grandes civilizações da antiguidade, desde a egípcia à romana, passando pela grega. Hipócrates (460-377 a.C.) constatou a presença de tubérculos e cavitações em pulmões doentes e definiu a doença como natural, designando-a por “tísica”, termo que assenta no esgotamento e emagrecimento físico que caracteriza a Tuberculose.
Ergonomia no posto de trabalho
Quase dois terços dos trabalhadores da União Europeia afirmam estar expostos a movimentos repetitivos das mãos e dos braços – fatores de risco significativo para lesões musco-esqueléticas (LME) da cervical e dos membros superiores relacionadas com a má postura no trabalho.
Enfermagem do Trabalho?!
A lei define que os Enfermeiros do Trabalho ou Ocupacionais (EO) devem ter habilitações adequadas (sendo obrigatórios para empresas com um número de funcionários acima do valor assinalado na legislação, ou seja, 250) mas, por outro lado, a legislação só muito recentemente é que começa a definir que habilitações são essas.